segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dorothea Lange (Ana Carolina - nº 1 - 8ºG)

Dorothea Lange foi uma fotógrafa que nasceu nos Estados Unidos (26 de maio de 1895 -11 de outubro de 1965).
Na década de 1930, a serviço da FSA, ela percorreu vinte e dois estados do Sul e Oeste dos Estados Unidos, recolhendo imagens que documentam o impacto da Grande Depressão na vida dos camponeses. A Grande Depressão foi uma crise econômica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando com a Segunda Guerra Mundial. Este período de depressão econômica causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, além de quedas drásticas na produção industrial, preços de ações, e em praticamente todo medidor de atividade econômica, em diversos países no mundo.
O FSA (Farm Security Administration) foi um esforço durante a Depressão para combater à pobreza rural americana, como parte do New Deal nos Estados Unidos.

A FSA é famosa por seu programa de fotografia pequena, mas muito influente (1935-1944), que retratou os desafios da pobreza rural. Fotógrafos e escritores foram contratados para relatar e documentar a situação do agricultor pobre.
Lange é a autora da fotografia "Mãe Emigrante", de 1936. Trata-se da mais famosa fotografia saída da FSA e uma das mais reproduzidas da história da fotografia, tendo aparecido em mais de dez mil publicações.
Nos anos 1940, ela documentou os campos de internação para japoneses nos Estados Unidos e continuou fazendo ensaios documentais para revistas.
Em 1941, Lange foi premiado com uma bolsa da Fundação Guggenheim pela  excelência em fotografia.
A fotografia Mãe Imigrante(Migrant Mother), mostra Florence Owens Thompson, mãe de sete crianças, de 32 anos de idade, em Nipono, Califórnia, março de 1936, em busca de um emprego ou de ajuda social para sustentar sua família.

Dorothea Lange em 1936.
Crianças na escola pública Weill em San Francisco prometendo lealdade(fazendo juramento)  à bandeira dos Estados Unidos em abril de 1942, antes da internação de japoneses-americanos .

Referências Bibliográficas:
http://en.wikipedia.org/wiki/Dorothea_Lange
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dorothea_Lange
http://veja.abril.com.br/blog/sobre-imagens/mulheres/dorothea-lange/

domingo, 1 de maio de 2011

Araquém Alcântara- João Pedro n°24 8G

       Araquém Alcântara nasceu na cidade de Florianópolis SC em 16/01/1951. Ele é conhecido como um dos precursores da fotografia de natureza no Brasil e um dos mais importantes fotógrafos da atualidade.
          Dedica-se desde 1985 até os dias de hoje à documentação do povo e da natureza brasileira. Da sua produção constam: 16 livros;18 livros em co-autoria; 3 prêmios internacionais e 32 prêmios nacionais;56 exposições individuais e 25 exposições coletivas; inúmeros ensaios e reportagens para jornais e revistas do Brasil e exterior.
         Em 1970, ingressou na Faculdade de Jornalismo da Universidade de Santos. Durante a graduação, trabalhou como repórter dos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde, e iniciou-se na fotografia. Em 1979, realizou sua primeira matéria de cunho ambientalista, a documentação do Parque da Juréia, em Iguape, São Paulo. A partir daí, fez expedições fotográficas à Mata Atlântica. Entre 1972 e 1982, trabalhou também nos jornais Cidade de Santos, O Globo, Tribuna de Santos e na revista IstoÉ, além de desenvolver projetos pessoais engajados em questões ecológicas e sociais. Na década de 1980, participou de protestos contra a instalação de usinas nucleares na praia de Grajaúna, São Paulo. A partir de 1985, tornou-se free-lancer e colaborou em periódicos nacionais e internacionais. De 1988 a 1998, dedicou-se à documentação da fauna e da flora dos 36 parques ecológicos brasileiros, o que deu origem ao livro Terra Brasil, de 1998. Entre prêmios recebidos, destacam-se a Presença das Crianças nas Américas, concedido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância - Unicef, em 1979; o Grande Prêmio da 1ª Bienal de Fotografia Ecológica, realizada em Porto Alegre, em 1982; e de melhor exposição em 1993, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA.   
           Além das atividades fotográficas, atua como professor em workshops em vários Estados do Brasil.               
                                       
                                               Algumas de suas obras
 Arara Azul, Pantanal MT 1995           
                                                                                                                                        
 








                               Amanhecer, Parque Nacional Grande Sertão Veredas MG, 1995     
 










                                                                         Cervo, Pantanal MT , 1994


 Cachoeira dos Cariocas, Chapada dos Veadeiros GO , 1996
                                













Manacapuru, Amazonas. Foto: Araquém Alcântara





Fontes:

                                                                    
       


Oded Balilty- Mariana Warde 8ºG nº 32

Oded Balilty, fotógrafo, nasceu em 1979 em Jerusalém, Israel. Durante o seu serviço militar em “Israel Defense Force” (Força da Defesa de Israel), Oded aprendeu noções básicas da fotografia e atuou como fotógrafo para o jornal israelense “Defense Force” (Força da Defesa). Após o seu serviço, Oded passou a trabalhar para a agência israelense "foto ZOOM 77" e para o jornal israelita “Yedioth Ahronot”. Em 2002, no auge do conflito israelo – palestiniano, ele começou a trabalhar com a “Associated Press”, em Jerusalém, cobrindo eventos como a Cimeira da OTAN em Istambul e manifestações pós-eleitorais da Ucrânia, em 2004.



Oded Balilty


 

Foto de guerra de Oded Blilty




domingo, 24 de abril de 2011

Carol Guzy - Julia Guimarães nº25, 8G

Nascida em Belém, Pensilvânia, no ano de 1956, Carol Guzy cresceu em uma familia pobre.
Se formou em enfermagem em uma faculdade pública chamada Northampton Community College, porém abandonou seu diploma quando um amigo lhe deu uma camera.
Após algum tempo, em 1980, recebeu um novo diploma em ciência da fotografia pelo Art Institute of Fort Lauderdale, na Flórida.
Trabalhou como estágiaria e então fotógrafa para o Miami Herald.
Em 1990, foi a primeira mulher a receber o prêmio de Newspaper Photographer of the Year (Fotógrafa de Jornais do Ano), pela National Press Photographers Association.
Dez anos depois recebeu o Northampton Community College Alumni Association's Professional Achievement Award ( Prêmio de Realização Professional ) e declarou que não teria conseguido tanto se não fosse pelo programa de enfermagem.
Seu trabalho apareceu não somente no Washington Post, mas também no Photography Channel.
Após o furacão Katrina, Guzy fez um trabalho sobre os animais que foram deixados para trás chamado "Lest We Forget: Three Perspectives on Hurricane Katrina" (“ Para não esquecermos: Três Perspectivas no Furacão Katrina”).
Carol agora reside no Condado de Arlington, Virgínia.

Saiba mais/fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Carol_Guzy

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Gervásio Baptista ( Gabriela Franklin de Oliveira Nº15)


|Gervásio Baptista
Gervásio Baptista nasceu em Salvador no ano de 1910 e morreu aos 92 anos em 2002, ele foi fotografo brasileiro que registrou alguns dos maiores momentos da história brasileira e mundial.                        
  Aos onze anos ele estreou no jornalismo, fotografando para o jornal “o estado da Bahia”. Nos anos 50, recebeu um convite de Assis Chateaubriand para trabalhar no Rio de Janeiro, na revista “o Cruzeiro”. Em 54, ele é transferido para a revista “Manchete”, é lá que registra a construção da nova capital, tirou fotos da inalguração da capital de Brasilia.
   Como fotógrafo oficial dos concursos Miss Brasil e Miss Universo, Gervásio viajou o mundo para retratar a beleza da mulher brasileira no período áureo desses eventos. Fotografou Fidel Castro, Che Guevara e fez um registro diferenciado da Revolução Cubana. Também deu sua leitura sobre a Revolução dos Cravos, em Portugal. Acompanhou e registrou a queda do presidente argentino Juan Domingo Perón e esteve em Saigon, para registrar a Guerra do Vietnã.


Brasília, DF - Avenida W3 em 1959

FONTE:

terça-feira, 19 de abril de 2011

Claudia Andujar - Giovanna Marella, nº16, 8ºG



Fotografia de índio ianomâmi, 1976
         Claudia Andujar nasceu em Neuchâtel, Suíça, em 1931. Ainda criança se mudou para a Hungria e viveu de perto a 2ª Guerra Mundial. Em 1944 seus pais e outros familiares morreram em um dos campos de concentração nazista.

photo of Claudia Andujar
Claudia Andujar

         Ela conseguiu fugir com sua mãe para os Estados Unidos, e passou a viver em Nova Iorque. Chegou ao Brasil em 1955, e logo abandonou pintura abstrata que vinha se dedicando, e passou a usar a fotografia como seu meio de expressão.
         Trabalhou como fotógrafa na antiga revista “Realidade”. Nesse período entrou em contato com povos indígenas e ganhou vários prêmios.
         Na década de 1970, abandonou o fotojornalismo e se aproximou dos ianomâmis. As fotos que Claudia realizou nessa época são seus trabalhos mais conhecidos até hoje. O trabalho são séries de fotos em preto e branco que retratam os índios.


         As fotos auxiliavam médicos, que as utilizavam para examinar a saúde dos indígenas. É importante ressaltar que os números indicados na frente dos ianomâmis, é apenas um meio de indentificar cada indígena.
          Entre 1978 e 1992, ela participou da Comissão pela Criação do Parque Ianomâmi, e coordenou a campanha pela demarcação das terras indígenas.
         Fontes:
http://entretenimento.uol.com.br/27bienal/artistas/claudia_andujar.jhtm
         Exposição:
         Rua Oscar Freire , 2500, Pinheiros, região Oeste.
Fotografia de índia ianomâmi, exposta na exposição "Marcados para"
         Terça a sábado: 12h às 19h
         Domingo: 11h às 19h

         Até 12/06
         Grátis
         "Claudia Andujar retrata as tribos ianomâmis na década de 1980 em 87 fotos, além de 20 desenhos feitos pelos índios"
         Fonte:
         Folha de São Paulo
         sãopaulo
         1º a 7 de maio de 2011
         Nº: 16
         Página: 75        

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Hércules Florence - Carolina Campos nº07

     Hércules Florence nasceu em 1804 na França e morreu em 1879. Foi inventor, desenhista, e um dos primeiros a contribuir com a invenção da fotografia.
    
     Aos 16 anos viajou para a Bélgica, para trabalhar. Não conseguiu o cargo, e dois anos depois se alistou como marinheiro.
     Em 1824 foi para o Rio de Janeiro, onde se empregou como caixeiro em uma loja de roupas e, mais tarde, em uma livraria.
     Em 1825 descobriu, que o naturalista russo George Langsdorf estava procurando um desenhista para uma expedição pelo interior do Brasil, e se voluntarizou. Atravessou São Paulo, Mato Grosso e o Pará em quatro anos, voltando ao Rio de Janeiro em março de 1829.
     Em seguida foi para Itu Campinas. Lá, iniciou suas pesquisas e descobertas. Estudou os sons dos animais e uma nova forma de impressão.
    Sem conhecer o trabalho de Nicéphore Niépce ( responsável pela fixação da primeira fotografia em 1826 ), Florence imprimiu imagens pela ação da luz em 1832 com base no princípio de negativo/positivo, que permite a reprodução das chapas.
Hércules Florence